sexta-feira, 11 de novembro de 2016

vai começar:


























sim, os tempos são de peso, de pêsames, mas porque “cantar parece com não morrer”, é que no meio desse furacão doido (doído), divido aqui a alegria do início de nosso procurando a ponta do durex na superfície transparente dos dias”.
é uma espécie de livro novo, sem papel.

vamos começar a desenhar poemas holográficos no ar e tentar aumentar ao máximo o som dessas brechas desse cotidiano apertado, ao longo desse 2016 tão asfixiantemente apertado.


a maioria dos poemas são inéditos, tanto em palavras quanto em vídeos, é um livro lido vivo, com imagens e sons diversos. um livro utopier. uma levitação de poesia.

serão 4 cidades. começamos por feira de santana, no dia 19 do 11. de lá seguimos pra belo horizonte, depois recife, até pousarmos em salvador, com o quase-verão nos bolsos.

vamos amplificar a poesia. audiovisual, falada, escrita, sonora, ao mesmo tempo, porque “das várias maneiras de fazer poesia, preferimos todas”. vamos juntas, silvana rezende e eu e mais outras(os) parceiras(os) de poesias, convidadas(os) do coração, em encontros intergalácticos minúsculos!

é poesia ou poesia.