terça-feira, 30 de junho de 2009

fragmentos [do tempo]


1.
as horas
pulando para fora
dos relógios, livres,
anunciando nãotempo.


2.
...
essa brincadeira de roda
que é o tempo,


3.
reescreve o já escrito.
pega a esquerda,
depois da aurora,
acha outro labirinto.


quarta-feira, 24 de junho de 2009

do poema se fez música!


simples


poema/letra_karina rabinovitz
música/instrumentos/voz_emerson ac
ilustração/animação_silvana rezende



terça-feira, 16 de junho de 2009

enquanto isso nos pontos de ônibus...


poesia espalhada diaadia














...














aos sussurros














onde está a caixinha?










































cadê?










a caixinha










o conteúdo




idealização da instalação_silvana rezende
fragmentos de poemas_karina rabinovitz
fotos_ana dumas




domingo, 14 de junho de 2009

Muito #63







ocupação poética
orelha [pg. 40]




















Toda forma de poesia vale a pena para esta poeta e roteirista de cinema e TV que propõe a ocupação poética da cidade. Pouco mais de 30 anos, um livro lançado, ela vai conquistanto leitores em seu blog, sussurros.


texto_Kátia Borges
foto_Rejane Carneiro


... a entrevista tá lá na Muito de hoje.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

poema em exposição








enfeitei o poeminha com a balaustrada
e derramei, por detrás, o mar.
















guardei tudo num pote
pra todo dia eu olhar

















agora ele está em exposição:
doce de santo

e meu doce é vida poesia mar.
















doce viver no mar...


poema "da vida"_karina rabinovitz
exposição_doce de santo
coletivo de artistas
curadoria_luiz cláudio campos e josé henrique barreto
na galeria acbeu, corredor da vitória, salvador
até 20/junho

segunda-feira, 1 de junho de 2009

bota pra foder














quando abri a boca
e soltei o grito
percebi, pela primeira vez, que não era mudo
e tudo que havia dito até então:
escudo.
o grito era libertação.

arranhar minha garganta
até ficar rouco
porque o silêncio da passividade me espanta.
com um pouco mais de tempo
me aperfeiçoarei
e terei um grito melhor
mesmo que a esmagadora maioria
seja de surdos ao meu redor.


poema para postal de renatinho da silveira